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Um Obreiro Chamado por Deus Imprimir E-mail

 

“Tem cuidado de ti mesmo e da Doutrina,

persevera nestas coisas porque fazendo isto te salvarás

tanto a ti mesmo como aos que te ouvem”.

A obra de Deus é algo tão importante e tão sério que aqueles que assumem esta tarefa precisam estar bem conscientes do chamado de Deus.

Obreiro chamado por Deus tem de estar preparado para sofrer incompreensões, traições, calúnias, etc... sem ter o direito de reclamar, apenas confiando naquele que o chamou para a obra. Na Obra de Deus existem obreiros:

  • Chamados
  • Oferecidos
  • Convidados

Os oferecidos e os convidados são os que mais dão trabalho na Obra de Deus, pois, na realidade, não visam o crescimento espiritual da Igreja e sim de seus próprios interesses. Mas o obreiro chamado por deus é sincero, humilde, transparente, honesto, zeloso, vigilante e sábio em suas palavras. Diante de um problema ele ouve mais e fala menos.

Um obreiro chamado por Deus tem:

  • Uma fé semelhante a de Abraão (Rm 4:19-20)
  • A paciência de Jó (Tg 5:11)
  • A misericórdia do Samaritano (Lc 10:33-34)
  • A submissão de Noé (Gn 6:22)
  • A coragem de Davi (I Sm 17:32-37-42)

Pois Deus não chama os medrosos, covardes, e, muito menos, os preguiçosos. Em um formigueiro existem quatro tipos de formigas:

  • A que corta
  • A que carrega
  • A que armazena
  • E a formiga caroneira

E a própria Bíblia nos fala em Pv 6:6 “vai ter com a formiga, ó preguiçoso”. A formiga trabalha incessantemente para armazenar comida para o período do inverno. Na Obra de Deus existem também obreiros como os três primeiros grupos de formigas. Os que cortam, carregam e armazenam. Mas, infelizmente, a quarta formiga está em todo lugar. Esse é o obreiro problemático e tribuloso que, ao invés de ajudar o companheiro e levar a carga, vive pendurado, causando dificuldade na Obra de Deus.

Em Ex. 28:29 diz que Arão levava Israel sobre o coração.

Transcrito de: Pr. Eliel Lima da Silva

1º Vice-Presidente da Assembleia de Deus em Bangu

Rio de Janeiro/RJ

Pr. Dário José Stein

Presidente

 
O Caráter do Homem é Transformado na Dinâmica do Relacionamente com Deus Imprimir E-mail

1ª Parte

 

                 Quando Deus chamou Abrão, posteriormente chamado Abraão, sabia que se tratava de um oriental mesopotâmico – região de cultura oriunda do paganismo – de família idólatra, consequentemente com formação social e religiosa alheias aos seus princípios e propósitos. Mesmo assim, estabeleceu a partir dele um plano, no qual incluiu uma aliança, assumindo o risco de vê-lo falhar, como ocorreu anteriormente com Adão.

                Algumas atitudes do patriarca – tais como trazer o seu sobrinho Ló, desconsiderando que sua chamada implicava não apenas sair da sua terra, mas “da tua parentela”; convencer Sara que mentisse, quando “desceu ao Egito”, dizendo que era sua irmã; aceitar o recurso de Hagar com quem teve um filho, Ismael, certamente não acreditando que a promessa do seu descendente seria um filho nascido da sua legítima esposa, que era estéril e não de uma concubina – faz-nos entender que a origem social e a formação pessoal, associadas à incredulidade, produz alguma coisa no caráter do indivíduo, pois é evidente que Abraão não era de todo obediente, até que o Todo-Poderoso lhe disse: “anda na minha presença e sê perfeito”.

                Ao exortar Abraão com tal ênfase, o Altíssimo não estava exigindo que ele fosse perfeito por seus próprios méritos, mas que cresse, definitivamente, nas promessas dantes enunciadas e o obedecesse de todo o coração (Confira os Salmos 37.3-6 e 119.9-10), significando que se comportasse como um homem chamado e separado para um fim, correspondendo com a vontade Divina. Ele deveria agir com maturidade.

                Deveria estar calçado na retidão, na integridade, na fidelidade, para que pudesse refletir um caráter transformado, que é bem ao contrário daquele que se conformava com a natureza pecaminosa.

               

Acerca disso, tempos depois escreveu o Apóstolo Paulo: “Se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram, eis que tudo se fez novo”.

 

AO LONGO DA HISTÓRIA

 

                Nas biografias dos personagens bíblicos, particularmente daqueles que forma distinguidos pelo Senhor, consta que todos cometeram erros, se arrependeram e foram perdoados. Isso não significa que suas falhas sirvam de exemplos a serem imitados ou que assim procederam por viverem em contumazes depravações, pois, é notório que eles fizeram o melhor de si para agradar a Deus. Por isso testificaram de sua grandeza, vivendo em santidade.

                “Todos estes morreram na fé. Não alcançaram as promessas. Viram-nas de longe a as saudaram. E confessaram que eram estrangeiros e peregrinos na terra”, Hb. 11:13.

                Esse texto nos faz entender que foram desafiados por Deus e submetidos à provação, para cumprirem missões sublimes específicas que somente são confiadas a poucos escolhidos, “pois Deus é o que opera em vós tanto o querer como o efetuar, segundo a sua boa vontade”, Fp. 2:13.

 

Copilado Manual do Obreiro Ano 28 – nº32

 

Pr. Dário José Stein

Pr. Presidente

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